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"Defesa Civil na Educação" teve a participação de mais de 735 mil pessoas em 2017

Defesa Civil na Educação teve a participação de mais de 735 mil pessoas em 2017

As atividades do programa "Defesa Civil na Educação - Conhecer para Prevenir" tiveram o envolvimento de 735.232 mil pessoas durante o ano de 2017. Este número inclui estudantes, familiares e servidores de todas as unidades de ensino municipais.


A comunidade escolar participou de atividades de preparação e recebeu instruções sobre procedimentos a serem tomados em situações adversas e de emergência. Foram executados 671 exercícios que simulavam diversos casos, como de incêndio e de alagamento, por exemplo. O programa é uma parceria entre as secretarias da Defesa Social e de Educação do município.


Para o coordenador da Defesa Civil de Curitiba, Nelson Ribeiro, esse aprendizado se reflete no comportamento frente a uma situação extrema no curto e também no longo prazo. "É um conhecimento que a criança carrega para a vida toda, sendo multiplicador dos procedimentos básicos na própria casa, junto a familiares e amigos", afirmou Ribeiro.


Um exemplo destacado pela diretora de Logística da Secretaria Municipal da Educação, Maria Cristina Brandalize, ocorreu no Cajuru. "O Cajuru é o responsável por tornar o Conhecer para Prevenir mais abrangente. Ele foi além do enfrentamento das situações de incêndio e tiroteio e passou a preparar a criançada para lidar também com uma possível invasão de abelhas na sala de aula ou com o destelhamento provocado por vento forte", disse Maria Cristina.


Aplicação das capacitações

Os simulados do "Conhecer para Prevenir" (CPP) auxiliam em situações reais que ocorrem no ambiente escolar. Um dos casos aconteceu na Escola Municipal Padre José de Anchieta, localizada no Fazendinha. "Na hora do recreio, um estudante teve parada cardíaca. Mantivemos a calma e sabíamos o papel de cada um: quem iria ligar para o serviço de atendimento de emergência e quem iria levar as crianças para dentro das salas de aula", explicou o vice-diretor da escola, professor Guilherme de Souza Nogueira.


"Esperamos que não aconteça de novo, mas precisamos estar preparados", definiu o vice-diretor.


Já no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) João Baptista Fontana, no Parolin, ocorreu um vazamento de gás que exigiu uma evacuação rápida do local. "Com base nos ensinamentos do CPP, todos saíram de forma tranquila, porém ágil, e esperaram o Corpo de Bombeiros chegar. A partir daquele momento, vimos o treinamento com outros olhos", afirmou a professora Patricia Aparecida de Barros.


Protocolos

De acordo com a Defesa Civil municipal, ao longo de 2017, o desafio do programa foi a criação de protocolos de ação, além daquele já criado de "abandono de edificação em caso de emergência".


Foram criados os protocolos de permanência em casos de invasão de um agressor no ambiente escolar ou de troca de tiros ao redor da unidade e o de proteção em casos de desastres naturais ou de ataques de insetos ou animais. Esses protocolos são transformados em treinamentos para a realização de exercícios simulados envolvendo as crianças, estudantes, servidores, colaboradores e comunidade.


Referência no Paraná, a Coordenação Municipal de Proteção e Defesa Civil tem sido muito atuante no preparo e na capacitação de mais pessoas para ajudar na rede de prevenção de Curitiba.

Capacitações

Em um evento adverso a possibilidade de alguém sofrer alguma queda, escorregar ou se machucar é muito grande. Para isso precisamos de pessoas capacitadas para atender àquele que necessitar de ajuda.


Estabelecer os requisitos para a elaboração, manutenção e revisão de um plano de emergência contra incêndio, visa proteger a vida, o meio ambiente e o patrimônio.



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